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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Máquina do fim do mundo tem maior grid de TI

O acelerador de partículas LHC vai alimentar um programa de computação em grip com 60 mil máquinas.
Testado pela primeira vez com sucesso nesta quarta-feira (10/09), o acelerador disparou prótons em direções opostas a uma velocidade levemente inferior à velocidade da luz.
A colisão das partículas no acelerador de 27 quilômetros de extensão será estudada em detalhes por um conjunto de 161 universidades e institutos de pesquisas.
Os dados coletados pelos testes serão processados num grid que reunirá 60 mil máquinas pelo mundo. Mas nem todas as informações recolhidas serão liberadas para o grid.
Uma parte delas, considerada estratégica, ficará sob controle dos institutos que investiram no projeto, cujo custo é estimado entre US$ 8 bilhões e US$ 10 bilhões.
Os coordenadores do projeto de computação em grid estimam que terão 5 petabytes por ano para liberar para processamento no PC de terceiros. Um petabyte é equivalente a 1 mil terabytes.
O acelerador LHC foi apelidado de “máquina do fim do mundo” porque alguns cientistas europeus entraram na Justiça para impedir o funcionamento do experimento. Os críticos argumentavam que a energia liberada pela experiência poderia ser tão grande que destruiria o mundo.
Fonte: Plantão Info

terça-feira, 9 de setembro de 2008

"Máquina do fim do mundo" funciona amanhã

Europeus testam amanhã acelerador de partículas que consumiu US$ 8 bilhões ao longo de 12 anos.
Um consórcio europeu de países vai testar, nesta quarta-feira (10), seu mais ambicioso projeto de tecnologia dos últimos 20 anos, um acelerador de partículas com 27 quilômetros de extensão.
Segundo os desenvolvedores do programa, o projeto poderá dar informações aos cientistas sobre como ocorreu o Big Bang, evento que supostamente deu origem ao universo.
No acelerador, prótons (partículas que compõem os átomos) serão acelerados em direções opostas. A idéia é que estas partículas viagem a 99,99% da velocidade da luz. Em determinado momento, os prótons disparados em lados opostos vão se chocar.
É exatamente este choque que os cientistas querem analisar. Que tipo de transformação a matéria sobre neste momento? Quanto de energia é liberadas? Os dados coletados serão processador por supercomputadores, que simularão o mesmo evento em dimensões maiores.
O programa gerou controvérsias na Europa e o acelerador acabou apelidado de “máquina do fim do mundo”. Alguns pesquisadores classificaram o evento como “muito perigoso” porque não há informações seguras do quanto de energia um evento como esse pode liberar. Cientistas mais críticos afirmam que a experiência pode até explodir o planeta, terminando com a vida na Terra.
O Tribunal Europeu de Direitos Humanos julgou a experiência segura e liberou o experimento. Cientistas que participam do projeto afirmam que a quantidade de prótons “acelerada” no teste será mínima, o que garante a segurança da experiência.

Fonte: Plantão Info

Google libera 1ª atualização do Chrome

Usuários do Chrome já podem baixar a primeira atualização do browser. Update corrige falhas de segurança.
O Google liberou a primeira atualização de seu browser Chrome. Como era esperado, o update não revela nenhuma nova característica ou funcionalidade para o navegador revelado há apenas cinco dias.
O pacote baixado, diz o Google, corrige algumas falhas de segurança apontadas por pesquisadores após o beta ser revelado publicamente. Além disso, pequenas mudanças em seu engine de JavaScript foram efetuadas, afim de evitar que o browser apresente bugs ao processar sites muito populares, como Facebook.
A atualização não é automática. Os usuários que desejam baixar o pacote devem clicar no ícone de ferramentas e selecionar a opção “sobre o Chrome”. Aí sim o navegador oferecerá a opção de baixar a atualização.
Revelado há apenas cinco dias, o navegador já detém 2,12% de market share, segundo a Global Marketshare Statistics. Poucas horas após ficar disponível, o browser já era o quarto mais popular no mundo, a frente do Opera e atrás de IE, Firefox e Safari.
O CEO do Google avaliou como “fortemente receptiva” a estréia do browser. Segundo Eric Schmidt, mais do que tornar-se líder no setor de browser, o Google deseja influenciar mais fortemente a definição de padrões na internet.
Fonte: Plantão Info