BuscaPé, líder em comparação de preços na América Latina

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Algoritmo dá a computadores uma capacidade quase humana

Nós temos uma capacidade inata, e uma tendência quase inconsciente em utilizar essa capacidade, de encontrar padrões em grandes volumes de dados e informações. Foi assim que nossos antepassados traçaram as constelações na infinidade de estrelas que eles observavam no céu, e é assim que nós localizamos um grupo de amigos no meio de um salão lotado.

Capacidade de ordenação

Seria muito útil se conseguíssemos replicar essa capacidade nos computadores - a Era da Informação está gerando uma quantidade de dados maior do que tudo o que a humanidade gerou ao longo de milênios. Sabemos que essa montanha de dados contém informações valiosas, mas só conseguiremos tirar proveito delas se os próprios computadores forem capazes de capturá-las para nós.

Para que um computador ordene um conjunto de dados, nós devemos encontrar a ordem subjacente a esses dados e então dizer ao computador como ordená-los, por meio de um programa.

Encontrando padrões em dados brutos

Agora, pesquisadores do MIT elaboraram um algoritmo que é capaz de encontrar um padrão nos dados brutos, e então ordená-los segundo esse padrão. "Em vez de procurar por um tipo particular de estrutura, nós criamos um algoritmo mais amplo que é capaz de testar todas essas estruturas e pesá-las umas contra as outras," explica Joshua Tenenbaum, coordenador da pesquisa.

O algoritmo consegue entender vários tipos de estruturas de dados, como árvores, ordens lineares, anéis, hierarquias dominantes, clusters etc. Ele analisa os dados brutos até encontrar a estrutura que melhor os descreve e então ordena os dados seguindo essa estrutura.

Os humanos fazem isso o tempo todo, na vida diária, freqüentemente de forma inconsciente. Várias descobertas-chave na história da ciência também consistiram na localização desses padrões, como na elaboração da Tabela Periódica ou na criação do sistema de classificação das espécies utilizada pela biologia.

Fonte: Inovação Tecnologica

Celular com função de chave abre o carro e dá partida


Um telefone celular desenvolvido no Japão vai economizar espaço na bolsa dos motoristas: esse aparelho já vem com a função de chave de carro, que permite abrir o veículo, trancá-lo e também dar a partida. O aparelho da Sharp usa uma tecnologia desenvolvida pela Nissan Motor chamada chave inteligente.

O sistema já é usado, mas ainda não está acoplado ao telefone. A chave inteligente, oferecida pela Nissan desde 2002, é identificada por carros "compatíveis" assim que o usuário se aproxima -- antes de executar os comandos, o sistema reconhece se aquela é a chave correta. Para dar partida, basta entrar no automóvel com o objeto.

A novidade agora é que toda essa tecnologia será colocada dentro de um celular. No Japão, já se sabe que a novidade estará disponível para os clientes da operadora NTT DoCoMo. O aparelho -- ainda um protótipo – será apresentado na próxima semana, em uma feira de tecnologia em Tóquio, e deve chegar ao mercado japonês em março de 2009.

Fonte: G1

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

TV móvel deverá ser mais do que uma simples televisão


Quando os usuários tiverem a possibilidade de assistir o noticiário em seu telefone celular, ou ouvir as notícias por meio do podcast, ou simplesmente ler as mesmas notícias em seu aparelho móvel, o que eles escolherão?
E quando as empresas de telecomunicações e de conteúdo tiverem que escolher a melhor forma de disseminar seu conteúdo, eles deverão escolher downloads, arquivos sob demanda, broadcast ou unicast? E utilizando qual plataforma tecnológica: 3G, Wi-Fi ou podracing(DVB-H)?
TV móvel deve ser mais do que TV
Em um estudo que procurou considerar e pesar as vantagens e desvantagens de cada uma das opções do ponto de vista do usuário, o pesquisador finlandês Ville Ollikainen fez um extensivo trabalho de pesquisa e comparação prática na qual a principal conclusão foi: a chamada TV Móvel deverá ser bem mais do que uma simples televisão.
A tendência é que os dispositivos móveis sejam utilizados em uma variedade tão grande de situações que nenhum formato único e nenhum método de transmissão individualmente serão capazes de atender.
Formatos de mídia e de transmissão
O estudo comparou três formatos de mídia diferentes (texto, áudio e vídeo), e três técnicas de transmissão (broadcast, unicast e download), todos considerados do ponto de vista da comodidade e do atendimento das necessidades do usuário.
Ao contrário de estudos anteriores, que sugeriam que a TV móvel despertaria pouco interesse por exigir atenção constante, Ollikainen verificou que os usuários geralmente não fazem nenhuma outra atividade enquanto estão assistindo filmes em seus aparelhos móveis.
Matando o tédio
E apenas surfar ou assistir a um programa seguindo o fluxo previsto pelos seus criadores não parece ser o suficiente para os usuários da TV móvel. Mesmo que um dos motivos-chave apontados para o uso do podracing seja matar o tempo, as pessoas querem lidar com o seu tédio assistindo a conteúdos especiais, adequados a cada momento.
Fonte: Inovacao Tecnologica

IBM passa Microsoft em valor de marca

Um estudo produzido pela Interbrand aponta que a marca IBM passou, em valor, a Microsoft.
A líder no ranking é a Coca Cola. A marca da fabricante de bebidas foi avaliada em US$ 66,6 bilhões. Em segundo lugar aparece a IBM (US$ 59,03 bi) a frente da Microsoft (US$ 59,007). Há um ano, a Microsoft estava na segunda colocação.
Entre as empresas de tecnologia mais bem posicionadas aparecem a Nokia (5º lugar), a Intel (7º lugar) e o Google em décimo lugar.
Esta é a primeira vez que o Google aparece no Top 10 da Interbrand. Há um ano, a marca da empresa criada pelo Sergei Brin e Larry Page aparecia na 20ª posição.
A HP ficou em 12º lugar, a frente da Samsumg (21º) e a Oracle (23º). Apesar de toda febre em função do iPhone, a Apple aparece na 24ª colocação.
A lista completa pode ser vista no site da Interbrand.

Fonte: Plantao Info

Empresas apostam em cartões de memória para substituir CDs de música

Os discos de vinil foram substituídos pelos CDs, que, segundo apostas da SanDisk, serão substituídos pelos minúsculos cartões de memória.

A mudança pode parecer improvável, mas o acordo anunciado nesta segunda (22) pela empresa que fabrica os cartões envolve as quatro principais gravadoras do mercado: Vivendi/Universal, Sony, Warner e EMI.

O acordo entre as empresas é chamado de "slotMusic" e prevê a venda de cartões microSD carregados de músicas em formato MP3, sem proteção contra cópias. O objetivo é alavancar as vendas de músicas, aproveitando que os cartões são compatíveis com aparelhos eletrônicos populares, como smartphones e até videogames portáteis. Os álbuns serão vendidos em cartões de 1 gigabyte e virão acompanhados de cabo USB para permitir a conexão direta com computadores.
Os CDs ainda dominam as vendas de discos no mundo - foram 449 milhões de cópias físicas contra 50 milhões de álbuns digitais vendidos em 2007, segundo levantamento da Nielsen SoundScan. Mas as vendas dos "álbuns físicos" vêm caindo - diminuição de 19% no mesmo período.

Não foram divulgados nomes de bandas e preços, mas os cartões devem chegar primeiro aos Estados Unidos e depois à Europa.
Rio Caraeff, vice-presidente executivo da Universal, diz que a gravadora vai lançar cerca de 30 discos na estréia do formato. "Queremos proporcionar os benefícios da música digital para as pessoas que freqüentam lojas 'físicas'", diz ele.

Já Russ Crupnick, analista do grupo NPD, diz que a indústria precisa "desesperadamente" levar as pessoas de volta à seção de música.

"Não significa que nós queremos que as pessoas abandonem a seção de games, mas quando eles terminarem com 'Guitar hero', queremos que voltem para a seção de música", diz ele.

Fonte: G1