Mudar a história não é mais uma exclusividade de governos ditatoriais inspirados na distopia de George Orwell. Apagar personagens que se tornaram incômodos, ou mesmo criar inimigos justificadores de políticas pouco justificáveis, agora é também uma possibilidade real para os cidadãos comuns graças a um programa criado por pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.
Inserindo fotos em um filme
Imagine que você tem um filme muito querido, que adora compartilhar com as pessoas mais chegadas. Só que, incidentalmente, você acaba de mudar de sogra. Pode ser interessante retirar alguma fotografia da parede ou do criado-mudo e que insiste em aparecer todas as vezes que você vê o filme.
Isto agora é possível, e relativamente simples, graças a um programa de inteligência artificial criado pelos estudantes Ashutosh Saxena e Siddharth Batra, orientados pelo professor Andrew Ng.
Inserindo um filme em outro filme
O programa é capaz de inserir uma imagem sobre qualquer superfície plana na cena de um filme - seja uma parede, o teto, uma estante ou qualquer outra. A cena inserida tanto pode ser uma textura, capaz de eliminar um quadro da parede, uma uma outra imagem, para substituir um quadro que esteja na parede, quanto um filme. Ou seja, é possível inserir um filme dentro de outro filme.
Isto permite que você exercite suas próprias pretensões de interpretação à la Tom Hanks, podendo participar de um evento ao lado do Presidente da República, da entrega da Copa do Mundo ou, quem sabe, subir no pódio ao lado dos maiores medalhistas olímpicos.
Lucros no YouTube
Os pesquisadores afirmam também que o programa poderá render bons lucros para aqueles que gostam de postar vídeos no YouTube, e que agora poderão inserir logotipos de empresas em pontos discretos de suas filmagens, cobrando por isto.
Os pesquisadores afirmam que é impossível prever todas as possibilidades de uso de seu novo programa. Mas eles têm algumas dicas. "Suponha que você seja um estudante vivendo em uma república e suponha que você queira mandar um filme para os seus pais. Você pode colocar um belo poster do Albert Einstein na parede. Mas, se você quiser mandar o filme para seus amigos, você pode colocar um poster da Playboy lá."
Manipulação de filmes
A tecnologia incorporada no programa está em um algoritmo capaz de analisar o vídeo, com atenção especial na área onde o usuário pretende inserir a nova imagem ou filme.
A cor, textura e iluminação da nova imagem são alteradas para se mesclar perfeitamente com o ambiente mostrado no filme. As sombras vistas no filme original também são vistas na nova imagem. O resultado é uma foto ou vídeo que parece ser uma parte integrante da cena original, em vez de uma imagem colada artificialmente.
O novo programa é um melhoramento do Make3D, criado na mesma Universidade e capaz de transformar fotografias em ambientes virtuais.
Fonte: Inovação Técnologica
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Microsoft processa piratas em SP e RJ
Como parte de uma ação global de combate à pirataria na internet, a Microsoft está processando grupos de São Paulo e Rio de Janeiro por infração de direitos autorais.
A empresa anunciou na ultima quinta-feira (04/12) uma iniciativa global envolvendo 63 ações legais em 12 países, incluindo o Brasil.
De acordo com o gerente sênior antipirataria da Microsoft para América Latina, Michael Morgensen, dois casos envolvendo venda de software pirata pela internet foram levados pela empresa à Justiça brasileira.
Um grupo de Rio de Janeiro está sendo processado por vender Certificados de Autenticidade (COA) do produtos Microsoft por meio da internet. Segundo Morgensen, os itens eram listados no comparador de preços Boa Dica.
O segundo processo foi iniciado a partir de uma denúncia nos Estados Unidos. “Neste caso, eles também estavam vendendo lá fora”, relata Morgensen. Os vendedores ofereciam cópias não-originais dos softwares propriamente ditos.
Como os processos ainda estão em andamento, a empresa não revela os nomes dos acusados. Eles estão sujeitos às penas previstas na legislação brasileira para desrespeito ao direito autoral.
“A pirataria mais tradicional no mercado brasileiro ainda é a praticada por camelôs. Mas com o aumento no acesso à internet, o mercado está se sofisticando”, aponta Juan Hardoy, diretor antipirataria da Microsoft para América Latina.
De acordo com o executivo, a divisão continua trabalhando para reduzir preços, já que este é um fator sensível para a região. “Estamos trabalhando em novas propostas”, afirmou Hardoy.
Segundo a Microsoft, a taxa de pirataria de software no Brasil é de 59%. A empresa estima que uma redução de 10% na pirataria na América Latina poderia gerar 40 mil novos postos de trabalho e injetar US$ 12 bilhões na economia da região.
Fonte: Plantão Info
A empresa anunciou na ultima quinta-feira (04/12) uma iniciativa global envolvendo 63 ações legais em 12 países, incluindo o Brasil.
De acordo com o gerente sênior antipirataria da Microsoft para América Latina, Michael Morgensen, dois casos envolvendo venda de software pirata pela internet foram levados pela empresa à Justiça brasileira.
Um grupo de Rio de Janeiro está sendo processado por vender Certificados de Autenticidade (COA) do produtos Microsoft por meio da internet. Segundo Morgensen, os itens eram listados no comparador de preços Boa Dica.
O segundo processo foi iniciado a partir de uma denúncia nos Estados Unidos. “Neste caso, eles também estavam vendendo lá fora”, relata Morgensen. Os vendedores ofereciam cópias não-originais dos softwares propriamente ditos.
Como os processos ainda estão em andamento, a empresa não revela os nomes dos acusados. Eles estão sujeitos às penas previstas na legislação brasileira para desrespeito ao direito autoral.
“A pirataria mais tradicional no mercado brasileiro ainda é a praticada por camelôs. Mas com o aumento no acesso à internet, o mercado está se sofisticando”, aponta Juan Hardoy, diretor antipirataria da Microsoft para América Latina.
De acordo com o executivo, a divisão continua trabalhando para reduzir preços, já que este é um fator sensível para a região. “Estamos trabalhando em novas propostas”, afirmou Hardoy.
Segundo a Microsoft, a taxa de pirataria de software no Brasil é de 59%. A empresa estima que uma redução de 10% na pirataria na América Latina poderia gerar 40 mil novos postos de trabalho e injetar US$ 12 bilhões na economia da região.
Fonte: Plantão Info
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Apple recomenda uso de antivírus em Mac
O mito de que a plataforma Mac é imune a vírus está sendo derrubado pela própria Apple. A empresa recomendou em seu site que os usuários instalem antivírus em suas máquinas.
Discretamente, um tópico sobre o uso de antivírus foi inserido no site de suporte ao Mac OS em 21 de novembro. “A Apple encoraja o uso abrangente de múltiplos antivírus”, diz um trecho do texto.
Discretamente, um tópico sobre o uso de antivírus foi inserido no site de suporte ao Mac OS em 21 de novembro. “A Apple encoraja o uso abrangente de múltiplos antivírus”, diz um trecho do texto.
Como sugestões, a empresa aponta o Intego VirusBarrier X5, o Symantec Norton Anti-Virus 11 para Macintosh e o McAfee VirusScan para Mac.
Durante muito tempo, os produtos da Apple foram considerados blindados contra crackers, já que a plataforma Windows - muito mais disseminada - era o alvo principal dos criminosos online.
O fato sempre foi enfatizado pela própria Apple, em anúncios como este, da popular campanha “Get a Mac”.
Porém, com a crescente adoção da plataforma Mac, a própria empresa reconhece a necessidade de que os usuários se protejam das ameaças online.
Uma das explicações possíveis é que as pragas estão cada vez menos focadas em falhas no sistema operacional e mais em brechas em aplicativos e navegadores – que independem da plataforma.
Durante muito tempo, os produtos da Apple foram considerados blindados contra crackers, já que a plataforma Windows - muito mais disseminada - era o alvo principal dos criminosos online.
O fato sempre foi enfatizado pela própria Apple, em anúncios como este, da popular campanha “Get a Mac”.
Porém, com a crescente adoção da plataforma Mac, a própria empresa reconhece a necessidade de que os usuários se protejam das ameaças online.
Uma das explicações possíveis é que as pragas estão cada vez menos focadas em falhas no sistema operacional e mais em brechas em aplicativos e navegadores – que independem da plataforma.
Fonte: Plantão Info
Nokia contra-ataca iPhone unindo teclado e tela sensível ao toque
A fabricante de celulares Nokia apresentou nesta terça-feira (2) o aparelho N97, o novo carro-chefe de sua linha de celulares inteligentes. O aparelho junta funções do iPhone e do G1, celular que usa sistema operacional do Google: ele tem tela sensível ao toque e teclado incorporado. A companhia finlandesa espera que o modelo injete vida nova em sua linha de aparelhos multimídia N, antigamente conhecida por sua tecnologia de ponta, mas que tem apresentado poucas inovações. "Trata-se na verdade do início de uma série N, demos a largada para a próxima geração", disse Jonas Geust, vice-presidente da divisão de aparelhos da Nokia. Ele acrescentou que telas sensíveis a toques e teclados completos serão características essenciais da nova leva de produtos. "O que poderia haver sem telas de toque, hoje em dia? Para essa categoria de aparelho, elas serão importantes. Os teclados qwerty também são importantes", disse. A Nokia informou que o novo celular será vendido por preços semelhantes ao N95 e N96 quando esses modelos foram lançados, cerca de 550 euros antes de impostos e subsídios. O N97 deve chegar ao mercado em junho de 2009. A companhia apresentou o último maior sucesso da linha N-Series, o N95, em 2006 e começou a vender o modelo no início do ano passado. Até agora, o aparelho registra vendas de 10 milhões de unidades.
Tela sensível
A batalha por maior participação no mercado de celulares inteligentes esquentou desde que a Apple introduziu o iPhone, no ano passado, e todos os fabricantes querem ampliar seu mercado. O segmento deve manter o crescimento, apesar do desânimo na indústria.
Tela sensível
A batalha por maior participação no mercado de celulares inteligentes esquentou desde que a Apple introduziu o iPhone, no ano passado, e todos os fabricantes querem ampliar seu mercado. O segmento deve manter o crescimento, apesar do desânimo na indústria.
Fonte: G1
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