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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Lançada a pedra fundamental do World Wide Grid


No começo foi a teia - mais conhecida como Web. Agora é a vez da grande rede, que deverá ser conhecida como Grid. Acaba de ser lançada a pedra fundamental do World Wide Grid, ou WWG, para os íntimos.
Usar a internet para acessar o poder de processamento e de armazenamento que for necessário, quando ele se fizer necessário, ainda é um sonho e está há anos de se tornar uma realidade para o usuário comum.
Mas, como aconteceu com a internet em seus primórdios, as instituições de pesquisas já começam a testar os seus princípios e a interligar os recursos de seus supercomputadores para criar um poder de processamento que há alguns anos era visto como coisa de ficção científica.
Dificuldade de uso dos grids
Uma série de universidades européias está se preparando para interconectar e compartilhar seus grids, criando uma rede com uma capacidade de processamento e armazenamento sem precedentes.
O grande desafio atual, além da criação de padrões para uniformização dos equipamentos e protocolos, é romper com a dificuldade de uso dos grids. Ninguém nega que esses aglomerados de computadores sejam difíceis de utilizar, sendo adequados apenas para especialistas que, além de dominarem suas próprias áreas de pesquisa, também devem manjar muito de computação.
Navegador do World Wide Grid
Esse desafio está sendo enfrentado pelo projeto g-Eclipse, que pretende criar uma interface gráfica que coloque os recursos do World Wide Grid a alguns cliques de distância de um doutorando comum.
"Em vez de um algo que leva meses para se aprender, nós estamos desenvolvendo uma interface gráfica de usuário (GUI) que poderá ser operada por qualquer um com um conhecimento básico de informática," diz Mathias Stümpert, coordenador do g-Eclipse.
"Você pode pensar no g-Eclipse como um browser para o que se tornará o World Wide Grid," afirma Stümpert. Esse navegador de uma nova era da informática procurará e apresentará ao usuário os recursos disponíveis, permitindo o seu uso.
O projeto é baseado no sistema de código aberto Eclipse. "Os projetos no Eclipse são realmente transparentes e abertos, até mais do que o Linux, e o código-fonte pode ser simplesmente reutilizado entre os programas Eclipse," explica Stümpert.
Grids e Nuvens
O sistema do nascente World Wide Grid já está pronto para se juntar às "nuvens de computação" instaladas por terceiros. Várias empresas já se interessaram na criação de nuvens, vendendo recursos de computação no momento em que seus negócios não os estiverem utilizando. Isto é bastante comum, na medida que as empresas dimensionam suas redes para darem conta do recado em seus momentos de pico de negócios.
Embora outras interfaces gráficas já tenham sido criadas com objetivos semelhantes, o g-Eclipse é atualmente o único navegador para o World Wide Grid que permite a transferência de dados entre o "mundo real" dos grids e o "mundo virtual" das nuvens de computação.
Fonte: Inovação Tecnologica

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Microsoft divulga novas dicas contra falha no Explorer

A Microsoft divulgou novas medidas de proteção aos usuários do navegador Internet Explorer para tentar contornar uma falha de segurança descoberta no sistema.
O defeito, divulgado pela empresa na semana passada, permite que hackers maliciosos explorem a vulnerabilidade do browser e ataquem os usuários, tomando o controle do computador e roubando senhas e informações pessoais.
Para ser infectado, basta que o usuário visualize um site com um problema de segurança. O "cracker" - como é chamado aquele que pratica a quebra em sistemas de segurança - exploraria o defeito e conseguiria roubar as informações do usuário.
"Sabemos que os ataques tentam se aproveitar dessa vulnerabilidade contra o Windows Internet Explorer", disse a empresa em um comunicado.
Proteção
A falha afeta os internautas que usam o navegador em vários dos sistemas operacionais oferecidos pela empresa como o Windows XP, Server e Vista.
Além do Explorer 7, a Microsoft também alerta que alguns dos pacotes das versões 5, 6 e 8 do navegador também são potencialmente vulneráveis à falha na segurança.
Desde a divulgação do defeito, a empresa já divulgou diversas recomendações aos usuários para tentar evitar os ataques. Além das mais simples, como aumentar o nível de segurança nas opções de internet do computador, a Microsoft divulgou medidas específicas para lidar com o problema.
Na atualização feita nesta semana, a Microsoft recomenda que os internautas desabilitem um componente chamado OLEDB32.dll e a função conhecida como XML Island. Essas medidas dificultariam o acesso às informações do usuário e reduziriam o impacto do problema.
"Nossa investigação sobre esses ataques verificou que eles não são eficazes contra clientes que adotaram essas medidas de segurança", disse a empresa no comunicado.
A Microsoft afirma que pode divulgar uma correção para o defeito em um pacote de serviços ou na atualização mensal do software, prevista para 10 de janeiro.

Fonte: Ultimo Segundo

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Como será a internet em 2020?

O celular será o principal meio de acesso à web e as interfaces de voz e toque serão mais usadas em 2020, indica um estudo do Pew Internet & American Life Project.
O instituto ouviu as previsões de visionários da internet, ativistas e analistas sobre o desenvolvimento tecnológico em 2020.
Os especialistas acreditam que as pessoas e organizações serão mais transparentes, mas isso não vai significar mais integridade ou tolerância social.
O estudo prevê ainda que a divisão entre mundo real e virtual será menos definida e isso terá impacto nas relações sociais.
Os defensores da propriedade intelectual continuarão na luta contra a cópia de conteúdo, mas os hackers continuarão a encontrar formas de copiar e compartilhar conteúdos sem pagar direitos autorais, prevêem os visionários.
Esses são apenas alguns destaques da pesquisa, que foi feita com um total de 1.196 participantes, pela internet. O material levantando foi consolidado no relatório "Future of the Internet III", disponível para consulta na web.

Fonte: Plantão Info

Nokia está desenvolvendo widescreen rotátil

A empresa finlandesa patenteou o desenho de um smartphone com uma tela giratória sensível ao toque que se transforma em widescreen.
O esboço da aplicação foi publicado no US Patent and Trademark Office, e tem design semelhante ao Nokia E 71: corpo largo, teclado QWERTY e display espaçoso. Detalhes do funcionamento ainda não foram especificados.
Pela representação, dá para notar que parte da tela se esconde atrás do teclado na posição de telefone convencional. Depois, para assistir vídeos, jogar ou usar algum aplicativo que precise de um plano mais extenso, a tela pode ser virada para o formato widescreen, mantendo as funcionalidades e posições de controle.
Em setembro, a companhia ganhou a patente de anotações no verso de fotos digitais. Por meio de uma caneta stylus e/ou do teclado, o usuário seria capaz de gravar informações nas fotos. Mas, como grande parte das patentes registradas, as tecnologias podem não sair do papel.

Fonte: Plantão Info

UOL vai matar pop-up em 2009

O portal Universo Online vai eliminar a venda de publicidade para exibição por pop-ups a partir de janeiro de 2009.
O formato é um dos mais controversos para anúncios online e, na prática, é bloqueado por grande parte dos usuários. Pelas contas do UOL, 65% das pessoas que visitam as páginas do Universo Online bloqueiam pop-ups, o que diminui muito o interesse dos anunciantes.
Contratos de publicidade com data até o final deste mês, serão executados normalmente. Mas a partir do início de 2009, o UOL não vai mais vender pop-ups. A orientação da empresa é substituir o formato por banners em DHTML.
O HTML dinâmico permite, além de driblar bloqueadores de pop-up, exibir publicidade que desaparece automaticamente. O recurso permite criar uma espécie de pop-up que abre sobre a tela, com a vantagem de fechar depois de determinado número de segundos.

Fonte: Plantão Info

Videogames de estratégia podem melhorar funções cerebrais de idosos

Quem diria, falavam mal dos videos games e agora pesquisa revela que os jogos podem melhoras as funções celebrais de nossos avós, por isso que sou apaixonado por técnologia, veja a noticia completa.

Pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, testaram o efeito de horas à frente da televisão “brincando com um videogame" na capacidade de idosos no dia-a-dia.

Jogar um game de estratégia em sessões de pelo menos hora e meia resultou em melhora em uma série de habilidades de um grupo de idosos.
Os 20 vovôs e vovós jogaram por 5 semanas em sessões de pelo menos hora e meia. O jogo testado tem como objetivo criar cidades, desenvolver infra-estrutura e até mesmo conquistar outros países.
Os participantes tinham em média 69 anos de idade e foram comparados nos testes a outros 20 adultos que não usaram o game.
Apos o período de estudo o grupo do videogame, além de melhorar seus placares no jogo, apresentou melhora na memória visual recente, raciocínio e na capacidade adaptação à mudanças de tarefas.
Os cientistas observaram que além dos benefícios anteriores a capacidade de orientação visual-espacial dos idosos também melhorou no grupo dos jogadores cibernéticos.
Os efeitos positivos foram observados a partir de 11 horas de “treinamento” cerebral. O mercado de videogames já havia notado que os aparelhos poderiam servir para esse tipo de treinamento cerebral porém os jogos específicos para esse fim na maioria das vezes são muito simples e desinteressantes.

Novos testes poderão mostrar se os videogames podem servir para estimular ou manter habilidades como dirigir um carro ou conseguir se concentrar em ambientes barulhentos para aqueles que já atingiram a “melhor idade”.

O trabalho, que está publicado na revista "Psychology and Aging", abre um novo campo de pesquisas que pode não só ajudar os idosos nas tarefas diárias bem como aproximar gerações.
Luis Fernando Correia é médico e apresentador do "Saúde em Foco", da CBN.

Fonte: G1

Google quer 'linha direta' com provedores de internet, diz jornal

O Google abordou empresas provedoras de internet com uma proposta para criar uma "linha rápida" para seu conteúdo próprio. Dessa forma, a empresa age de forma contrária à sua posição anterior, de acesso igual à rede para todos os provedores de conteúdo, informou o “The Wall Street Journal”. Uma grande operadora de rede a cabo em negociações com o Google informou que tem relutado em fechar um acordo, devido a preocupações de que pode violar as regras de neutralidade de rede da Comissão Federal de Comunicações, informou o jornal, na sua versão eletrônica. Companhias telefônicas e de redes a cabo que operam linhas de dados devem tratar todos os dados da mesma forma. A proposta do Google, chamada de OpenEdge, colocaria os servidores do Google diretamente em contato com a rede dos provedores de serviços, informou o jornal. Tal configuração aceleraria o serviço do Google para usuários. O “The Wall Street Journal” informou que, quando perguntado sobre o OpenEdge, o Google disse que outras companhias poderiam propor acordos parecidos se tivessem interesse. O Google não pôde ser imediatamente contatado para comentar o assunto.

Fonte: G1